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quarta-feira, 8 de julho de 2009

América Latina: aprofundamento ou restauração?

04/07/2009

Por Emir Sader

Três acontecimentos simultâneos refletem, em direções distintas, os dilemas latinoamericanos atuais: o golpe em Honduras, a derrota eleitoral dos Kirchner na Argentina e a escolha dos candidatos a presidente para as eleições uruguaias. Os três apontam para o tema da continuidade e aprofundamento dos processos de transformação que estão vivendo grande parte dos países latinoamericanos ou a restauração conservadora, com o retorno da direita aos governos da região.

O golpe em Honduras – que tem possibilidade de ser revertido pela rejeição internacional e pelas mobilizações populares internas – aponta para a tentativa do presidente Zelaya de obter um segundo mandato via referendo, para dar continuidade ao processo recém iniciado de transformações internas na contracorrente do neoliberalismo até então vigente no país. O golpe, por sua vez, dado pela cúpula do Judiciário, das FFAA e do Congresso, expressa a inércia das forças conservadoras que sempre dirigiram a Honduras. Zelaya, filho desgarrado do Partido Liberal que, em rodízio com o Partido Conservador, dirigiram por décadas ao país, de forma praticamente harmônica.

Como sinal dos tempos e da perda de influência norteamericana, especialmente durante o governo Bush, a onda de novos governos no continente chegou à América Central, através da Nicarágua, de Honduras e, mais recentemente, de El Salvador. A direita, comandada pela imprensa oligárquica – similar à que se estende a praticamente todo continente -, se precipitou e pode pagar um preço caro por isso. Zelaya termina seu mandato no fim do ano, já havia afirmado que a consulta informal, caso levasse à introdução da reeleição, não afetaria seu mandato, que terminaria em janeiro de 2010.

Confirmando que se pode tudo com as baionetas, o golpe dificilmente viabilizará o governo que pretende se instalar. Resta saber se Zelaya retornará enfraquecido, cumprindo o final do mandato seu capacidade de iniciativas, abandonando o referendo. Ou se sentirá fortalecido, retomando a consulta e punindo pelo menos alguns dos golpistas. Caso ocorra esta segunda hipótese, o tiro terá saído pela culatra para a direita e Zelaya poderá dar continuidade ao processo de transformações recém iniciado em Honduras. Se a ofensiva fracassa, como havia acontecido com as aquelas contra Hugo Chavez, contra Lula, contra Evo Morales e contra os Kirchner, se consolida a idéia de que o contexto continental impede novos golpes militares, notícia importante para os governos progressistas e, na área, para o recém começado governo de Mauricio Funes em El Salvador, em particular.

A derrota eleitoral do governo Kirchner se dá no marco da contraofensiva da direita, iniciada com a mobilização do campo contra a elevação de impostos, no cenário dos ganhos monstruosos que, especialmente a exportação de soja, permitiu nos últimos anos na Argentina. Aproveitando-se do erro do governo de taxar a grandes, médios e pequenos proprietários de maneira indiferenciada, favorecendo a unificação do campo sob a direção dos grandes exportadores sojeros, a direita conseguiu articular aliança desses setores com a classe média branca de Buenos Aires, colocando o governo na defensiva. As eleições refletem essa mudança na relação de forças entre governo e oposição, com o governo perdendo maioria no Parlamento e condenando a Cristina Kirchner a difíceis 2 anos e meio, alem de alentar a direita para a possibilidade de conseguir derrubar o primeiro dos governos progressistas eleitos na região.

No Uruguai, o candidato que mais diretamente expressa a possibilidade de aprofundamento da superação do modelo herdado por Tabaré Vasquez, é seu ex-ministro da agricultura, Pepe Mujica, ex-dirigente tupamaro, que derrotou o candidato da preferência de Tabaré, o moderado Danilo Astori, ex-ministro da economia. Aqui, sendo favorito para ganhas as presidenciais, Mujica aponta para o aprofundamento das transformações começadas no Uruguai, enquanto na Argentina se aponta para o risco de uma restauração conservadora e em Honduras, depende do desenlace da crise. Trata-se dos mesmos dilemas do Brasil nas eleições presidenciais de 2010.

Fonte: Agência Carta Maior

Racismo e preconceitos de toda a ordem é o que não falta à elite econômica latinoamericana.


Manifestação em 5 de julho de 2009 em Tegucigalpa, Honduras, em apoio ao presidente Manuel Zelaya que tentou retornar ao país, após ter sido deposto por um golpe militar.

Manifestação em 5 de julho de 2009 em Tegucigalpa, Honduras, em apoio ao presidente Manuel Zelaya que tentou retornar ao país, após ter sido deposto por um golpe militar.

Recentemente tivemos o exemplo da turma da Média Luna, Santa Cruz, Bolívia, que não engole ver um presidente de origem indígena governar o país e fazer reforma agrária. O mesmo podemos dizer da elite Venezuelana que se apodera dos meios de comunicação e parece um partido de oposição a bradar todo tipo de agressividade contra Chavez.

No Brasil, não é preciso muito esforço para ver o Willian Bonner, a Fátima Bernardes, o Willian Wack, o Boris Casoy bradarem seus ódios e preconceitos ao presidente nordestino e ex-torneiro mecânico. Na imprensa escrita há tantos exemplos, mas fiquemos com a Folha ditabranda e a incansável Eliane Cantanhede que não suportavam o presidente ‘populista’ da bolsa família, do luz para todos, do Pac e que inventam uma crise por mês para tentar derrubá-lo.

Agora, os golpistas de Honduras aposentaram os pijamas e foram às ruas, depuseram o presidente, passaram fogo na multidão e diante da condenação mundial posam feito pistoleiros.

Domingo Sangrento: 5 de julho de 2009, Tegucigalpa, Honduras. Presidente Manuel Zelaya tenta retomar seu posto e exército golpista atira contra a população.

Domingo Sangrento: 5 de julho de 2009, Tegucigalpa, Honduras. Presidente Manuel Zelaya tenta retomar seu posto e exército golpista atira contra a população.

Destaco a seguir uma nota do jornal chileno El Clarin sobre os absurdos dito pelo títere que ora ocupa o poder salvaguardado por militares que não honram sua farda e são capazes de atirar contra seu próprio povo:

Ese negrito que no sabe nada
Hace unos días, en la televisión nacional, Ortez se despachó en grande, armado de una ironía sin igual, contra los mandatarios que han condenado el golpe: Zapatero a tus zapatos, le dijo al presidente español. Del vecino país El Salvador dijo que ni siquiera valía la pena hablar: Es tan pequeño que ni siquiera se puede jugar futbol porque se sale la pelota. Y, siguiendo los pasos de Vicente Fox, Ortez dijo que Barack Obama es ese negrito que no sabe nada de nada.
Dispuesto a darle lecciones de democracia a Estados Unidos, Ortez siguió de largo: Ellos permiten lo que sea. Ya Estados Unidos no es el defensor de la democracia. En primer lugar, el presidente de la República, que lo respeto, el negrito, no conoce dónde queda Tegucigalpa. Nosotros somos los que conocemos dónde está Washington y somos los obligados como país pequeño, un pigmeo democrático, a aclararles las concepciones y a leerle, tal vez en su idioma, lo que está pasando.

Atirando para matar. Manisfestantes hondurenhos mostram as capsulas de metralhadoras do exército encontradas na região do aeroporto quando as forças armadas golpistas abriram fogo contra a população que esperava o retorno de seu presidente legitimamente eleito Zelaya.

Atirando para matar. Manisfestantes hondurenhos mostram as capsulas de metralhadoras do exército encontradas na região do aeroporto quando as forças armadas golpistas abriram fogo contra a população que esperava o retorno de seu presidente legitimamente eleito Zelaya.

La nueva diplomacia hondureña: “Obama, ese negrito que no sabe nada”

Por Arturo Cano, 07/07/2009

Tegucigalpa.- La condena a los golpistas hondureños ha sido unánime. Presidentes, organismos internacionales, medios de todas partes, han insistido en lo inadmisible del golpe de Estado, entre otras cosas porque significa un retroceso de décadas, la vuelta a un pasado que América Latina daba por enterrado, algo que huele a viejo.

Tan viejo como el avión Electra, pieza de museo que la Fuerza Aérea de Honduras coloca en la pista del aeropuerto de Toncontín para evitar que a Manuel Zelaya se le ocurra tratar de aterrizar de nuevo en esta tierra. Hacia la Segunda Guerra Mundial, el bimotor ya había comenzado a entrar en desuso debido a su escasa capacidad de carga. Los golpistas hondureños le han encontrado una nueva utilidad.

El avión Electra es colocado en la pista, cerca de donde el domingo murió un joven, al tiempo que el gobierno de facto informa que el aeropuerto permanece cerrado dos días más, por razones de seguridad, como se estila en estos casos. Cerrado a la aviación comercial, el aeropuerto se abre para que despegue un jet con seis pasajeros rumbo a Washington, la comisión de buena fe del gobierno golpista para tratar de negociar con la Organización de Estados Americanos y el gobierno estadunidense. Según la prensa local, viajan el ex fiscal general Leónidas Rosa Bautista, el ex canciller Guillermo Pérez-Cadalso y el candidato presidencial del partido Demócrata Cristiano, Felícito Ávila. Quitan el Electra en vano, porque un vocero del Departamento de Estado anuncia que no serán recibidos por nadie (lo que no significa que Estados Unidos no busque contactos informales con los golpistas). Según los medios locales, desde hace unos días se encuentra en Washington Carlos Flores Facussé, ex presidente de la República y acaudalado empresario.

Las horas contadas
A pesar de los temores aeronáuticos del gobierno de facto, Zelaya anda con otros planes que, hasta pasado el mediodía, ni sus seguidores aquí conocen exactamente. Más tarde se enteran de que viajará a Washington y que el martes se encontrará con la secretaria de Estado, Hillary Clinton.
En la víspera de ese viaje, Zelaya concede una entrevista a la cadena CNN: Este régimen tiene las horas contadas, dice, al anunciar que volverá a Honduras en las próximas horas, tras elaborar un plan que garantice que no será asesinado por el gobierno y que los golpistas no volverán a frustrar su intento de ingresar a territorio hondureño.

Ya entrada la noche, dirigentes de la resistencia informan que este martes su marcha de protesta será encabezada por Xiomara Castro, esposa del presidente Zelaya, y otros de sus familiares.

El pajarraco Electra resulta tan vetusto como el lenguaje de Enrique Ortez, canciller del gobierno golpista, quien reconoce que el domingo hubo dos muertos, aunque, sin investigación de por medio, niega que la policía o los militares hayan disparado. No hay ninguna responsabilidad de las fuerzas de seguridad. Claro, se dispararon entre ellos.

A pesar de lo dicho por el canciller, la fiscal de Derechos Humanos del Ministerio Público, Sandra Ponce, dice a la prensa que no hay una segunda víctima fatal confirmada, como se aseguró el domingo, en medio de la confusión. Los dirigentes de la resistencia tampoco confirman un segundo fallecimiento.

Los tropiezos verbales del diplomático de carrera Ortez son antológicos y la comidilla de los antigolpistas. Será por eso que el personaje no forma parte de la comitiva oficiosa que parte a Washington con la idea de explicar al necio mundo la receta para que un golpe asestado por miliares no sea un golpe militar.

Ese negrito que no sabe nada
Hace unos días, en la televisión nacional, Ortez se despachó en grande, armado de una ironía sin igual, contra los mandatarios que han condenado el golpe: Zapatero a tus zapatos, le dijo al presidente español. Del vecino país El Salvador dijo que ni siquiera valía la pena hablar: Es tan pequeño que ni siquiera se puede jugar futbol porque se sale la pelota. Y, siguiendo los pasos de Vicente Fox, Ortez dijo que Barack Obama es ese negrito que no sabe nada de nada.
Dispuesto a darle lecciones de democracia a Estados Unidos, Ortez siguió de largo: Ellos permiten lo que sea. Ya Estados Unidos no es el defensor de la democracia. En primer lugar, el presidente de la República, que lo respeto, el negrito, no conoce dónde queda Tegucigalpa. Nosotros somos los que conocemos dónde está Washington y somos los obligados como país pequeño, un pigmeo democrático, a aclararles las concepciones y a leerle, tal vez en su idioma, lo que está pasando.

07 de julho de 2009: Manifestantes apologistas do golpe que apóiam o presidente títere Roberto Micheletti durante comício em Tegucigalpa, capital de Honduras.

07 de julho de 2009: Manifestantes apologistas do golpe que apóiam o presidente títere Roberto Micheletti durante comício em Tegucigalpa, capital de Honduras.

A los apologistas del golpe, en cambio, se les agota el humor. El Heraldo, diario que los zelayistas consideran vocero del golpe, trata de desmarcarse, en un editorial, de Roberto Micheletti y sus funcionarios. Los llama quienes optaron por la fuerza para poner fin a una crisis política interna, además de reprocharles que la situación ha empeorado de forma exponencial y llamarlos, ante perspectivas tan sombrías, a buscar una salida negociada.

Sin lucha, heredaremos harapos a nuestros hijos
Tras un fin de semana lleno de tensión, la capital de Honduras vive un lunes en calma aparente. Todo mundo está preocupado, pero los centros comerciales lucen llenos de clientes y no es evidente ningún desabasto.
Entre la tarde del domingo y la madrugada del lunes son detenidas más de 800 personas, sólo en Tegucigalpa y zonas aledañas, luego de que el gobierno golpista adelantó el toque de queda debido a los disturbios en el aeropuerto.

07 de julho de 2009, Marcha em Tegugigalpa, capital de Honduras em apoio ao presidente deposto por um golpe militar, Manuel Zelaya,

07 de julho de 2009, Marcha em Tegugigalpa, capital de Honduras em apoio ao presidente deposto por um golpe militar, Manuel Zelaya.

Para fortalecer la vuelta a la normalidad, el presidente Micheletti anunció el domingo la reanudación de clases, suspendidas todas la semana anterior. Pero los sindicatos magisteriales se hallan divididos sobre si volver a laborar o continuar el paro indefinido.

Manifestante pró- Zelaya

Manifestante pró- Zelaya

La Universidad Nacional, por su parte, reinicia labores pero hacia el mediodía los estudiantes antigolpistas la han cerrado de nuevo.

De mañana, sale rumbo a su pueblo el cadáver de Isy Obed Murillo, el joven de 19 años caído el domingo en el aeropuerto. Isy Obed era originario de Santa Cruz de Guayape, en el departamento de Olancho, de donde procede también el presidente Zelaya. Su padre es David Murillo, un pastor evangélico de 57 años, quien al ser entrevistado por la radio nacional dijo que su hijo fue asesinado por un francotirador, y que luego de enterrarlo volverá a la batalla: Si abandonamos la lucha, heredaremos a nuestros hijos sólo harapos.

Domingo Sangrento (05/07/2009) em Tegucigalpa, capital Hondurenha. Jovem é morto a tiros pelo exército golpista que assegura à força o governo títere ,
Domingo Sangrento (05/07/2009) em Tegucigalpa, capital Hondurenha. Isy Obed Murillo é morto a tiros pelo exército golpista que assegura à força o governo títere que tomou o lugar do presidente Zelaya, legitimamente eleito.

Han matado un olanchano, no saben con quién se han metido, dice un hombre en el mitin del día, cerca de la casa presidencial, donde existe una intersección cuya única peculiaridad es que en cada esquina hay un restaurante de comida rápida. Se ha vuelto el lugar de reunión habitual de los antigolpistas, que hoy brindan un minuto de aplausos al joven asesinado por los militares.

, dice un hombre en el mitin del día, cerca de la casa presidencial, donde existe una intersección cuya única peculiaridad es que en cada esquina hay un restaurante de comida rápida. Se ha vuelto el lugar de reunión habitual de los antigolpistas, que hoy brindan un minuto de aplausos al joven asesinado por los militares.Los que mueren por la vida no pueden llamarse muertos, dice al micrófono Salvador Zuniga, dirigente del Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (Copih).

, dice al micrófono Salvador Zuniga, dirigente del Consejo Cívico de Organizaciones Populares e Indígenas de Honduras (Copih).Zuniga hace ver la paradoja de que la oligarquía más atrasada del continente se convierta en la vanguardia de los sectores dispuestos a rechazar, incluso con el poder de las armas, el avance de los gobiernos de izquierda en el continente.

Es un grupo atrasadísimo. ¿A poco no lo muestra que su canciller racista diga que Barack Obama es un negrito del batey?

Fonte das fotos, que aconselho visita: benedictedesrus

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Honduras: Golpe é golpe, mas a imprensa brasileira quer reiventar a história

Reproduzo aqui um post que fiz hoje pela manhã no Maria_Fro, por pura falta de tempo em reescrever um novo. Mas ressalto que os professores devem trabalhar com todo o cuidado a maneira cínica que a imprensa brasileira está cobrindo o golpe militar ocorrido ontem em Honduras.
Espero que o material selecionado aqui ajudem vocês a trabalhar o evento em sala de aula.
Com mais tempo vou postar aos poucos minhas impressões e projetos depois de ter o prazer de visitar Moçambique e a África do Sul.
Abraços
Conceição Oliveira
********************

O que mais me espantou na cobertura do golpe militar ocorrido ontem em Honduras foi o eufemismo da imprensa brasileira, até ‘eleição de novo presidente’ foi mencionada.

Eu sei que não deveria me espantar já que quando sofremos um golpe militar em 1964 toda a imprensa brasileira louvou a ação dos militares. Sei ainda que esta imprensa é tão inútil, retrógrada e sem nenhuma função social em relação ao jornalismo e à informação que até hoje dá ares de seu autoritarismo referindo-se à violência de um Estado de exceção, que fez uso de torturas, como ”ditabranda”.

Mas mesmo assim me espanto. O mundo todo condenou o golpe em Honduras, até mesmo o governo dos EUA- que sempre teve uma ação dúbia na política latino-americana- conenou o golpe:

“(…) a condenação (ao golpe militar em Honduras) não se circunscreve à esquerda latino-americana, da qual Zelaya se aproximou em busca de mudanças de fundo em seu país. A União Europeia (UE), dominada por conservadores, já condenou o golpe militar. Comunicado divulgado pelos 27 chanceleres da UE classificou a deposição de ”inaceitável violação da ordem constitucional em Honduras”. A UE exigiu ainda a imediata libertação de Zelaya e ”a volta à normalidade constitucional”.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, também se declarou “profundamente consternado com os informes que chegam de Honduras sobre a detenção e expulsão do presidente Zelaya”. Obama disse que as disputas no país “devem ser resolvidas pacificamente através de diálogo livre de qualquer interferência externa”. (Revista Fórum).

Para ler algo decente sobre o golpe militar visite:

Vermelho. org

Vi o mundo

Biscoito Fino

Telesur

Habla Honduras

Habla Honduras (fotos)

SOA Watch

Al Jazeera (em inglês)

E para não restar dúvidas sobre o que realmente está acontecendo em Honduras, seleciono algumas imagens do dia de ontem:

Fonte Vermelho.org

Fonte Vermelho.org

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Miguel Yuste, El Pais. Fonte SOA Watch.

Fonte: Al Jazeera

Fonte: Al Jazeera

Fonte: Al Jazeera: Bastão de basebol versus tanque.

Fonte: Al Jazeera: Bastão de basebol versus tanque.

Fonte; Al Jazeera

Fonte: Al Jazeera

Vídeo da Al Jazeera (em inglês)





Em relação ao vídeo da BBC, apesar do atenuamento do golpe, reproduzo-o, porque acho que as imagens falam mais que o texto eufêmico da matéria.